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segunda-feira, 18 de junho de 2012

PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO - Cartas preliminares I.


Fonte imagem: Google - José Duarte Matos Junior.



PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO - Cartas preliminares I.



“O estudo feito preventivamente, ou seja,
antes da realização do fato administrativo, pesquisando-se seus efeitos jurídicos e econômicos
e as alternativas legais menos onerosas, denomina-se Planejamento Tributário, que exige
antes de tudo, bom senso do planejador”. (Fabretti)


INTRODUÇÃO

Com o passar dos tempos, a evolução tecnológica e econômica vêm exigindo cada vez
mais de seus profissionais a minimização dos custos e despesas e conseqüentemente a
maximização dos lucros. Com isso, o planejamento tributário caracteriza-se como um dos
principais agentes para o sucesso ou não de uma empresa, pois a carga tributária no Brasil
representa um significativo montante financeiro, o qual interfere  diretamente no resultado
econômico da empresa.
O planejamento tributário tornou-se indispensável, pois a legislação tributária
brasileira é muito complexa, com inúmeras leis e constantes alterações, o que dificulta a
interpretação dos empresários, assim como em se manterem atualizados em virtude dos
diversos influenciadores na gestão empresarial.
Meus estudos, que serão aqui publicados, tem por objetivo avaliar os regimes de tributação e seus impactos, e aos poucos ir informando e contribuindo com meus leitores, sobre caminhos e soluções nesta área, visando assim contribuir com um bom planejamento tributário, para cada um que se informe através do nosso cyber espaço.


PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO  

O conceito de tributos pode ser encontrado no Código Tributário Nacional (CTN) que
em seu art. 3º define:
“Art. 3º - Tributo é toda prestação pecuniária compulsória, em moeda ou cujo valor
nela se possa exprimir, que não constitua sanção de ato ilícito, instituída em lei e cobrada
mediante atividade administrativa plenamente vinculada”.
Um tributo é caracterizado pelos seguintes elementos: Fato Gerador, Contribuinte ou
Responsável e a Base de Cálculo. Para que venha a existir uma obrigação tributária, é preciso
que exista um vínculo jurídico entre um credor (Sujeito Ativo) e  um devedor (Sujeito
Passivo), pelo qual o Estado, com base na legislação tributária, possa exigir uma prestação
tributária positiva ou negativa.

Planejamento tributário jamais deve ser confundido com sonegação fiscal. Planejar é
escolher, entre duas ou mais opções lícitas, aquela que possa dar melhores resultados para a
empresa. Enquanto sonegar, é utilizar-se de meios ilegais para deixar de recolher um tributo
que é devido, assim como a fraude, a simulação ou a dissimulação, sendo o uso destas
considerado como omissão dolosa tendente a  impedir ou retardar o  conhecimento do fato
gerador da obrigação fiscal, da autoridade fazendária.


REGIMES TRIBUTÁRIOS - ENQUADRAMENTOS  

A escolha do regime tributário e seu enquadramento é que irão definir a incidência e a
base de cálculo dos impostos federais.
No Brasil são três os tipos de regimes tributários mais utilizados nas empresas, nos
quais estas podem se enquadrar de acordo com as atividades desenvolvidas:
• Simples Nacional
• Lucro Presumido
• Lucro Real
Convém ressaltar que cada regime tributário possui uma legislação própria que define
todos os procedimentos a serem seguidos pela empresa a fim de definir um enquadramento
mais adequado.


SIMPLES NACIONAL 

De acordo com a Secretaria da Receita Federal (Brasil, 2007), o Sistema Integrado de
Pagamento de Impostos e Contribuições das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte
(SIMPLES) é um regime tributário diferenciado, simplificado e favorecido previsto na Lei
Complementar nº 123, de 14.12.2006, aplicável às Microempresas e às Empresas de Pequeno
Porte, a partir de 01.07.2007. Consideram-se Microempresas (ME), para efeito de Simples
Nacional, o empresário, a pessoa jurídica, ou  a ela equiparada, que aufira em cada ano
calendário, receita bruta igual ou inferior a R$ 240.000,00. Já as Empresas de Pequeno Porte
(EPP) são empresários, pessoas jurídicas, ou a elas equiparadas, que venham auferir em cada
ano-calendário receita bruta superior a R$ 240.000,00 e igual ou inferior a R$ 2.400.000,00.  O Simples Nacional implica o recolhimento mensal, mediante documento único de
arrecadação, dos seguintes tributos:
• Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ);
• Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI);
• Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL);
• Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS);
• Contribuição para o Programa de Integração Social (PIS);
• Contribuição para a Seguridade Social (cota patronal);
• Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Sobre  
Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação
(ICMS);
• Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN).
Todos os Estados e Municípios participam obrigatoriamente do Simples Nacional.
O imposto devido pelas empresas optantes por esse regime é determinado à aplicação
das tabelas dos anexos da LC n° 123/06. Para efeito da determinação da alíquota, o devedor
irá utilizar a receita bruta acumulada nos 12 meses anteriores ao do período de apuração. Já o
valor devido mensalmente será o resultante da aplicação da alíquota correspondente sobre a
receita bruta mensal auferida.





LUCRO PRESUMIDO 

Neste tipo de regime tributário, o montante a ser tributado é determinado com base na
receita bruta, através da aplicação de alíquotas variáveis em função da atividade geradora da
receita. Podem optar pelo lucro presumido as pessoas jurídicas, cuja receita bruta total no anocalendário anterior tenha sido igual ou inferior a R$ 48.000.000,00 ou ao limite proporcional
de R$ 4.000.000,00 multiplicados pelo número de meses de atividade no ano, se esse for
inferior a 12 meses. No regime do lucro presumido são quatro os tipos de impostos federais
incidentes sobre o faturamento, dentre eles o PIS e a COFINS, que devem ser apurados
mensalmente, e o IRPJ e a CSLL cuja apuração deverá ser feita trimestralmente.
Podemos dizer que o lucro presumido é uma presunção por parte do fisco, do que seria
o lucro de uma empresa caso não existisse a  contabilidade. Porém, notamos que algumas
empresas possuem uma escrituração contábil completa, com os  rigores das normas e
princípios fundamentais da contabilidade, e mesmo assim acabam por optar pela tributação
baseada no lucro presumido. Isso ocorre na maioria das vezes por falta de conhecimento dos
empresários ou até mesmo dos próprios contadores, os quais desconhecem ou possuem pouca
informação sobre as demais formas de tributação. É aí que deve aparecer a figura do
planejamento tributário, o qual deverá exercer conscientemente a redução da carga tributária
visando a melhor opção para a empresa, seja através do lucro real ou presumido.


LUCRO REAL 

“Lucro Real é o lucro líquido do período,  apurado com observância das normas das
legislações comercial e societária, ajustado pelas adições, exclusões ou compensações
prescritas pela legislação do Imposto de Renda.” (SILVA, 2006, p.01).
Estão obrigadas a optar pela tributação com base no Lucro Real as pessoas jurídicas
que estiverem enquadradas nas seguintes condições:
I – Que tenham receita total, no ano-calendário anterior, superior a R$ 48.000.000,00,
ou proporcional ao número de meses do período, quando inferior a 12 meses;
II – cujas atividades sejam de instituições financeiras ou equiparadas;
III – que tiverem lucros, rendimentos ou ganhos de capital oriundos do exterior; IV – que, autorizadas pela legislação tributária, usufruam benefícios fiscais relativos à
isenção ou redução do imposto;
V – que, no decorrer do ano-calendário, tenham efetuado pagamento mensal pelo
regime de estimativa, inclusive mediante balanço ou balancete de suspensão ou
redução de imposto;
VI – cuja atividade seja de factoring.
Para as demais pessoas jurídicas, a tributação pelo lucro real é uma opção.
Os impostos Federais incidentes nas empresas optantes pelo Lucro Real são o PIS, a
COFINS, o IRPJ e a CSLL, sendo os dois primeiros apurados mensalmente sobre o
faturamento e os dois últimos anualmente ou trimestralmente, tendo como base o Lucro
Líquido contábil, ajustado pelas adições, exclusões e compensações permitidas ou autorizadas
pelo Regulamento do Imposto de Renda.
A palavra “real” é utilizada em oposição ao termo presumido, com o principal objetivo
de exprimir o que existe de fato, verdadeiramente, no sentido de ser aceito para todos os fins e
efeitos de direito. A apuração do lucro real envolve maior complexidade na execução das
rotinas contábeis e tributárias, para a completa escrituração das atividades e posterior
apuração do lucro real, que é a base para cálculo dos tributos como IRPJ e a CSLL das
empresas que não podem ou não querem optar pelo lucro presumido. Para que o resultado seja
apurado corretamente, o contador deve adotar uma série de procedimentos corriqueiros no
ambiente profissional, como a rigorosa observância aos princípios contábeis, constituição de
provisões necessárias, completa escrituração fiscal e contábil, preparação das demonstrações
contábeis (Balanço Patrimonial, Demonstração de Resultado do Exercício – DRE, Balancetes)
e livros (Livro de Apuração do Lucro Real - LALUR, Entrada e Saída e Livro Registro de
Inventário)


Fontes de Estudos/ Autores:

PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO COM ÊNFASE EM EMPRESAS OPTANTES
PELO LUCRO REAL


Adiléia Ribeiro Santos
Faculdade de Telêmaco Borba (FATEB-PR)
adileia@pop.com.br
Rúbia Carla Mendes de Oliveira
Faculdade de Telêmaco Borba (FATEB-PR)
rubia@confisco.com.br

Organizador do documento no Blog NEGÓCIO iLTDA:
Guto Ramos Fernandes
Produtor Conteúdo WEB




REFERÊNCIAS

BRASIL. Lei nº 5.172, de 25 de outubro de 1966. Código Tributário Nacional.
São Paulo, Manole, 2004.
FABRETTI, Láudio Camargo. Contabilidade Tributaria. 10. ed. São Paulo, Atlas, 2006.
BRASIL, Secretaria da Receita Federal. Documento de Arrecadação do Simples Nacional –
DAS.
BRASIL, Secretaria da Receita Federal. Lei Complementar  n° 123, de 14 de Dezembro de
2006.
SILVA, J. Miguel; RODRIGUES, Agostinho Inácio. LALUR – Guia Prático de Escrituração
do Livro de Apuração do Lucro Real 2006. 4. ed. São Paulo, Cenofisco, 2006.
RODRIGUES, Aldenir Ortiz et al. IRPJ/CSLL 2007 – Manual do Imposto de Renda Pessoa
Jurídica e Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido. 1 ed. São Paulo, IOB – Thomson,
2007.
BRASIL, Secretaria da Receita Federal.  Regulamento do Imposto de Renda –




domingo, 17 de junho de 2012

VAMOS APRENDER SOBRE MARKETING DE REDE?




O MARKETING DE REDE

O que é Marketing de Rede?
É uma forma relativamente nova e muito criativa de comercialização de produtos e serviços em alta escala. Para facilitar a explicação, vejamos primeiro como funciona o marketing tradicional:
PRODUTOR  $ DISTRIBUIDOR $ ATACADISTA $ VAREJISTA $ CONSUMIDOR
Este sistema, além dos custos de estrutura física, pessoal, transporte, perdas, propaganda e outros, tem grande dificuldade de conquistar e manter a fidelidade do consumidor. Com o Marketing de Rede foi possível eliminar os intermediários e unir as duas pontas:
A novidade do Marketing de Rede é que a venda não é feita de maneira tradicional, mas através do processo de experimentar > gostar > indicar para outras pessoas , criando um vinculo entre quem indica e quem passa a informação adiante, formando uma grande teia de consumidores > distribuidores independentes. A propaganda é feita na base do boca-a-boca.
Alguns empresários de grande visão e coragem optaram por este caminho e acabaram trilhando o que viria a se tornar a grande tendência na comercialização e distribuição de bens e serviços e assim nasceu o Marketing de Rede (Network Marketing), também conhecido por Marketing Multinível (Multi-level Marketing), por Distribuição interativa e por outros nomes. As empresas que operam com Marketing de Rede fizeram uma opção interessante: "ao invés de ter consumidores, vamos ter sócios".
Como funciona o Marketing de Rede
O MK Rede funciona basicamente da seguinte maneira: você entra associando-se a uma companhia, passa a adquirir os produtos desta companhia a preço de atacado e divulga a idéia a outras pessoas para que façam o mesmo.
Assim, o trabalho principal do empreendedor de MK Rede consiste em divulgar a idéia para que outras pessoas façam o mesmo, com isso, construir uma rede de consumidores > distribuidores exatamente como ele mesmo é - um consumidor > distribuidor.

Como se ganha dinheiro no MK Rede
Ao optar pelo MK Rede como canal de comercialização de seus produtos e unir o produtor ao consumidor, a companhia suprime uma soma enorme em custos do processo de distribuição. Uma parte desta "economia" a companhia reserva para remunerar os seus consumidores > distribuidores. Esta parcela corresponde a no mínimo 30% do faturamento.
Ao construir o seu negócio de MK Rede, a pessoa desenvolve uma teia de consumidores > distribuidores, os quais farão as mesmas coisas que ela: consumindo, divulgando, aprendendo e ensinando. A teia que se forma a partir de cada distribuidor constitui a sua organização e sobre o consumo da sua organização ele ganha comissões pagas pela empresa a qual estão vinculados. Supondo, por exemplo, que você patrocine 04 pessoas, que também patrocinem 04 pessoas e cada uma dessas patrocinem mais 04, a sua rede terá até esse momento 85 pessoas, incluindo você. Veja a conta:
Você
4
Total
Seus 4
4
16
Seus 16
4
64
Seus 64
4
256
Total Geral
341



* Considerando uma matriz de 4 pessoas
Se cada um comprar, para consumo próprio e eventual revenda, R$ 100,00 em produtos, o volume total da sua rede será de R$ 34.100,00. Sobre este volume você vai receber uma porcentagem como comissões.
Com o tempo você poderá montar uma organização muito grande, que movimentará milhões de reais, permitindo-lhe ganhar mais do que muitos grandes empresários dos negócios tradicionais. Isto não é só uma possibilidade teórica: você já conta com milhares de pessoas no Brasil e milhões no mundo que ganharam e ganham bastante dinheiro com este negócio, trabalhando da maneira que expusemos.
O mais interessante, porém, vem agora: depois que a sua organização atinge um certo porte, ela adquire vida própria, pois cada consumidor-distribuidor ativo da sua organização estará fazendo o mesmo que você e tratando de construir as suas próprias organizações e isto não tem fim. A partir de um certo ponto, você pode tirar três meses de férias, viajar pelo mundo e quando voltar, constatar que a sua rede cresceu e sua conta bancária engordou. Isto acontece porque as pessoas não ficarão esperando você voltar para elas trabalharem, pois estão construindo o negócio próprio delas. Isto ainda não é tudo: nas companhias sérias de Marketing de Rede, a organização que você formou e também a conseqüente renda, tornam-se um patrimônio vitalício seu. É como um direito autoral sobre uma obra que você criou - você não o perde nunca mais. Isto significa poder aposentar-se de fato, livre de preocupações com dinheiro. E isto pode ser conquistado num prazo de aproximadamente cinco anos !
Além de tudo isso, o sistema de treinamento do Marketing de Rede permite a você crescer como pessoa e ser melhor a cada dia. Pense bem: isto não tem preço. Ser cada dia melhor é o chamado universal de todos os seres humanos e não conhecemos, em longa convivência com todo tipo de empresas e organizações, nenhum sistema de treinamento que se compare a este. Com o conceito de educação continuada, informações renovadas, alto teor de estímulo ao sucesso pessoal com ética e no formato "aprender fazendo", ele ajuda as pessoas a se transformarem na medida que as expõe a um conjunto de condições que fazem com que as pessoas acreditem em si.
Como é assegurado o crédito de cada participante
Como você já viu, o ingresso no Marketing de Rede acontece quando você se associa, a uma companhia que utiliza este processo de comercialização. Você também já notou que só se pode entrar através de uma pessoa já formalmente associada. Esta pessoa será o seu Patrocinador, assim como você será o Patrocinador das pessoas que entrarem por sua indicação.
Ao ingressar você assina um contrato com um número de cadastro e no qual vai constar o número de cadastro do seu Patrocinador. Nos contratos das pessoas que você indicar, constará o seu número de cadastro. Esse vínculo entre patrocinado e patrocinador ficará registrada no sistema de dados da companhia, de modo que toda vez que alguém da sua rede adquirir algum produto ou serviço, você terá automaticamente o crédito correspondente à comissão que a empresa lhe pagará.

 
Marketing de Rede vs. Emprego e Negócios Tradicionais
Veja, no quadro a seguir, porque o Marketing de Rede é a grande tendência em matéria de fonte de renda:

Emprego
Negócio Próprio
Marketing de Rede
Conhecimento técnico prévio
Exigido
Exigido
Não Exigido
Capital de giro
Não Exigido
Exigido
Muito Baixo
Tempo de dedicação
Integral
Integral
Horas Vagas
Riscos
Permanentes
Permanentes
Baixo
Horas trabalhadas até poder parar
80.000 (1)
80.000 (1)
3.750 (2)
Resultados financeiros ao parar
Ganho da aposentadoria
Indeterminado
Sem limite (3)
Pressões de diversas formas
Permanentes
Permanentes
Inexistentes
Renda
Fixa
Proporcional ao esforço
Proporcional ao esforço
Burocracia
Reduzida
Muita
Inexistente
Empregados
Inexistentes
Existem
Inexistentes
Crescimento pessoal
Depende da iniciativa da empresa ou da pessoa
Depende da iniciativa da pessoa
Basta seguir o sistema de treinamento


(1) 40 hs/semana x 50 semanas/ano x 40 anos = 80.000 horas
(2) 15 hs/semana x 50 semanas/ano x 5 anos = 3.750 horas (estimativa)
(3) As possibilidades dependem da forma da pessoa trabalhar. Há muitos casos que ultrapassam 10 mil reais por mês.

Não há limites, nem mínimo e nem máximo
Considere ainda os seguintes benefícios do Marketing de Rede:
* Você não tem patrão nem empregado; não pode ser demitido nem passar pelo dissabor de ter que demitir. Também não precisa negociar com fornecedores nem "brigar" com clientes devedores.
* Você não precisa negociar datas de pagamento com fornecedores, bancos, clientes, etc. Toda a estrutura administrativa fica por conta da companhia à qual nos associamos.
* Não existe o lado de lá e o lado de cá; o chefe e o subordinado; o vendedor e o comprador. Todos estão do mesmo lado. O benefício é igual para todos. É o ganha-ganha. Nem o fato de estar no negócio há mais tempo é vantagem, pois o que manda é o volume e a qualidade do trabalho. Portanto, o valor do negócio é igual para todos. A condição de todos é rigorosamente igual. Se é bom, é bom para todos, para quem já o está fazendo e para quem é convidado a fazer.
Nos últimos 10 anos mais de 5,5 milhões de empregos foram eliminados devido a redução de pessoal nas empresas, segundo relatórios governamentais em todo o mundo. Estima-se que nos próximos 10 anos, 55% de todos os novos empregos criados terão salários baixos. No Brasil a situação econômica vem melhorando nos últimos tempos, estamos com a inflação baixa e controlada, mas isso tem um efeito direto em nosso padrão de vida. O salário fica estacionado, tudo continua aumentando de preço e o risco de desemprego está cada vez maior.
Revistas como a americana Success Magazine, ou a brasileira Veja (edição 20/06/01) vem mostrando em seus artigos que uma mudança de pensamento ou necessidade vem ocorrendo no mercado. Nos Estados Unidos mais de 14 milhões de pessoas trabalham a partir de casa em período integral e outros 13 milhões em período parcial. Este número vem crescendo em quase 600.000 ao ano. Até 2010 aproximadamente 69% das pessoas terão uma atividade econômica a partir de casa! Isso é um fato!
Passe a ser dono do seu futuro.
Esta "Era de Crescimento" dos trabalhos a partir de casa se deve muito ao desenvolvimento de novas tecnologias na Internet e nas telecomunicações. Estas novas ferramentas estão disponíveis agora a preços acessíveis para quem busca um ganho extra a partir de casa.
Fonte Mercado Livre
RESUMINDO....


Marketing de Rede x Marketing Direto

marketing de Rede é diferente do marketing direto. No marketing direto, a empresa remunera diretamente seu distribuidor pela venda dos produtos ao consumidor final. Não existe outra forma de ganho. No marketing de rede, a empresa permite que o distribuidor associe à empresa outros distribuidores. Desta forma a empresa cria uma segunda remuneração, pois entende que o esforço do distribuidor em associar outro distribuidor deve ser compensado, pois a empresa também tem lucros com isto. Este processo contínuo, onde um distribuidor associa à empresa outro distribuidor forma o que se denomina rede.

[editar]Marketing de Rede x Pirâmide

O Marketing de Rede tem por caráter movimentar bens de consumo ou serviços. Já o marketing de pirâmide movimenta apenas o capital dos distribuidores, sem haver troca de benefícios, e no Brasil é enquadrado como crime pela Lei nº 1.521 (inciso IX do 2º artigo). Sendo assim, esquemas como Roda da Fortuna, Avião são crimes, pois movimentam apenas dinheiro entre os integrantes.

No entanto, o Marketing de Rede é totalmente legal em quase todas as nações, inclusive no Brasil onde é amplamente divulgado pela Associação Brasileira de Vendas Diretas, através de um comitê só para a atividade.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Documento organizado por:
Guto Ramos Fernandes aos usuários do Blog NEGÓCIOS iLTDA.
17/06/2012




Nasce um dos maiores Museus da América Latina
Mais de 17 mil metros quadrados são destinados a exposições 

A história do Museu Oscar Niemeyer teve início em 2002, quando o prédio principal deixou de ser sede de secretarias de Estado para se transformar em museu. O prédio, antes chamado de Edifício Presidente Humberto Castelo Branco, passou por adaptações e ganhou um anexo, popularmente chamado de Olho. Ambos os projetos são de autoria do reconhecido arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer.

As obras necessárias, com custo estimado em US$ 14 milhões, foram realizadas com recursos do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento). Inicialmente batizado de NovoMuseu, em 22 de novembro de 2002, o complexo foi inaugurado. Dedicado à exposição de Artes Visuais, Arquitetura e Design, atualmente, o Museu possui 17.744,64 mil metros quadrados de área expositiva potencial.

O acervo inicial surgiu com as obras do Museu de Arte do Paraná (MAP) e com o acervo do extinto Banco do Estado do Paraná (Banestado). Em sua coleção figuram importantes artistas paranaenses e nacionais de vários movimentos.

Composto por aproximadamente 3 mil peças, o acervo guarda obras dos paranaenses Alfredo Andersen, Theodoro De Bona, Miguel Bakun, Guido Viaro e Helena Wong, além de Tarsila do Amaral, Cândido Portinari, Oscar Niemeyer, Ianelli e Caribé, entre outros.




fonte :  http://www.museuoscarniemeyer.org.br/historico.htm

Foto: Guto 
Ramos Fernandes(CEO&Founder NEGÓCIOSiLtda)
&ProdutorConteúdoWeb.
"É uma visita imperdível!"






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